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Avaliação: VW Up TSI

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Capaz de entregar um desempenho de um 1.6 e um consumo de 1.0 o UP! TSI hoje é uma das principais escolhas na compra de um Reth, mas quem compra um UP! Ainda fica com dúvidas na hora de adquirir o modelo, pois se comparar com seus concorrentes, como o HB20, o UP tem a impressão de ser muito mais simples.

Mas a VW preocupada com o mercado resolveu fazer sua primeira mudança no visual.

O que mudou?

Vamos lá, algumas de suas mudanças à primeira vista pode até passar despercebida, mas querendo ou não foi feita uma mudança.

Começando pelo exterior, sua frente teve algumas mudanças na qual você pode diferenciar nas versões comuns e a do TSI.

Começando pelos faróis dianteiros, um pouco mais quadrados dando um ar mais expressivo.

Além disso, os para-choques também mudaram, agora você pode perceber se o modelo é TSI ou não sem precisar ir até a traseira do carro para ver se ele tem tampa preta ou não.

 As versões com motor TSI possuem algumas diferenças, como logotipo “TSI” na coluna B, para-choque dianteiro com mais detalhes em preto fosco, friso cromado na grade dianteira e um friso cromado na tampa do porta-malas (este apenas para a versão high up!).

Na traseira as mudanças também são notáveis, o modelo veio com novos para-choques e novas lanternas mais desenhadas.

Foto: Hebert Souza

Interior

As mudanças mais importantes estão no interior: Para ficar mais refinado, o up! agora possui um painel de instrumentos maior, o volante multifuncional do Golf em algumas versões, um novo rádio, com uma tela multimídia de 5 polegadas e colorida e novos padrões de revestimentos para os bancos e para o painel, que agora possui um filete de LED branco.

O Modelo não tem GPS, mas o proprietário pode baixar um aplicativo e colocar o celular em um suporte localizado em cima do rádioAlém disso, há novos pacotes de opcionais, que oferecem sensores de chuva e crepuscular.

Os motores são os mesmos 1.0 MPI de 82 cv e 1.0 TSI de 105 cv. A única novidade está nos calçados das versões turbinadas, que passam a adotar novos pneus verdes. A alteração contribuiu para torná-las ainda mais econômicas: segundo o Programa de Etiquetagem do Inmetro, o modelo faz com etanol na cidade 10 km/l (antes era 9,6 km/l) e 11,5 km/l (antes era 11,1 km/l) na estrada.

Na linha 2018, o up! também ganhou uma série especial chamada Connect, a que testamos. Oferecida exclusivamente com motor 1.0 turbo, ela tem retrovisores e teto pintados em preto, interior escurecido, adesivos na carroceria e na soleira das portas, roda de liga leve de 15 polegadas diamantada e o sistema Composition Phone de série. O preço? R$ 54.990. Vale dizer que a partir de agora a versão duas portas deixa de ser vendida.

 

Impressão ao dirigir

O UP ficou em nossa garagem para teste, durante sua estadia em nossa garagem podíamos notar sua eficiência, realmente o carro tem um excelente desempenho, principalmente porque o modelo é manual, o que possibilita ter uma sensação de esportividade.

O pequeno notável não faltou folego, fez ultrapassagens e tem ótimas retomadas.

O carrinho é muito divertido de dirigir, se for comparado com outros Reths compactos como o Mobi, tem mais espaço interno, tem a pegada mais esportivo, é mais rígido, diferente do Mobi que é mais leve e sua suspenção balança mais.

O que não gostei são as latarias das portas aparente, me lembrou estar dentro de um Fusca 69, mas tirando isso o carro com certeza vale a pena ser comprado.

 

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Nissan March, porque vende tanto?

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Com sua estreia no mercado brasileiro em 2011, o Nissan March conquistou muitas garagens por aí, em 2014 o modelo ganhou sua primeira mudança de visual, não foi uma grande mudança, mas teve sua importância. Já na linha 2019 o modelo ainda não recebeu mudanças e continua com o mesmo visual, mas porque com desenho ultrapassado o modelo tem boas vendas? É por isso que testamos o modelo por 7 dias para descobrir o que March tem a oferecer.

Foto: Divulgação

O March

O modelo apesar de ter o design sem inovações é muito bonito, tem linhas harmoniosas que ligam seu desenho. Na dianteira o reth tem grandes faróis, mas simples, apenas máscara negra na versão SL. A grade é pequena de acordo com carro, ainda conta com um friso cromado que faz parte da nova identidade visual da marca. No para-choque tem um aplique preto que liga uma ponta a outra dentro da entrada de ar, ainda conta com farol de neblina e apliques cromados ao redor.

Na lateral não mudou nada, mas na versão SL tem maçanetas cromadas e roda de liga leve aro 16 com raios pretos e prata.

Na terceira ele conta com aerofólios, lanterna em máscara negra e câmera de ré.

Interior

O espaço não é tão pequeno, durante nosso teste em SP estávamos sempre em 5 pessoas e confesso que viajamos confortavelmente, inclusive no quesito altura para cabeça.  Na versão que testamos SL, a top de linha do modelo, ele tem bons acabamentos. No painel de instrumentos ele é bem simples, conta velocímetro no centro, a esquerda o conta-giros e ao lado direito uma pequena tela digital com nível de combustível. Na mesma tela ele mostra a posição do tanque e alterna as informações do computador de bordo.

Foto: Divulgação

O volante é multifuncional, tradicional da Nissan, já no centro do painel ele conta com central multimídia Nissan Multi-App (com tela sensível ao toque de 6,75 polegadas, Android Auto, Apple CarPlay, download de aplicativos, conexão à internet via WiFi, Bluetooth e sistema de navegação), câmera de ré com imagem integrada ao display do rádio, entre outros.

Motorização

O Nissan March 2019 tem dois motores disponíveis no Brasil, sendo 1.0 e 1.6. O propulsor 1.0 tem três cilindros e é bem elástico, entregando 77 cv com gasolina ou etanol a 6.200 rpm. O torque também é único: 77 kgfm a 4.000 rpm nos dois combustíveis.

A outra opção é o motor 1.6 16V Flex. Este entrega 111 cv a 5.600 rpm e 15,1 kgfm a 4.000 rpm, também com os dois combustíveis. A transmissão é manual de cinco marchas.

Dentre todos os itens oferecidos pelo Nissan March 2019, sem dúvida o CVT Xtronic é um dos dois principais, sendo o outro a multimídia MultiApps.

O Nissan March 2019 tem aceleração de 0 a 100 km/h em 15 segundos no 1.0 e 9,3/10,6 segundos no 1.6, respectivamente manual e CVT. As velocidades máximas são de 154/182 km/h, sendo 1.0 e 1.6, este último com as duas opções de caixa de mudanças.

Foto: Divulgação

Impressões

O March me surpreendeu na estrada, confesso que não esperava muito dele. O pequeno reth na cidade é bem confortável, tem boas retomadas em baixa rotação, direção bem leve, excelente para o dia a dia da cidade. Na estrada o modelo também se comportou muito bem, é bem esperto e muito ágil, mas grita muito em alta rotação, chega a incomodar muito até com os vidros fechados e o som ligado. Fiz o trajeto várias vezes de São Paulo a Campinas e realmente era muito incomodo quando puxava mais com o carro, mas depois que pegava embalo ia sem problemas, além disso ele é bem estável, me senti bem confiante ao usar o modelo na estrada, fazendo curvas e até mesmo na chuva.

O principal fato do sucesso de vendas do Nissan March é o fato de ser o carro com câmbio CVT mais barato do mercado, esse tipo de cambio é sinal de conforto e quando se trata de conforto se pensa em veículos com preço mais elevado e esse é o diferencial do March, além de todos atributos citados acima, como potência, estabilidade e desempenho.

Falando de desempenho o March marcou um bom consumo conosco, modelo foi entregue para nossa equipe abastecido com etanol e continuamos abastecendo com etanol e com isso o modelo marcou 9 km/l na cidade e 11 na estrada, um bom consumo para um motor 1.6 sempre usado com ar condicionado ligado e todos ocupantes no carro.

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Avaliação: Testamos o Corolla XEI

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O Corolla que é um dos carros mais vendidos do Brasil e é referência em confiabilidade teve sua primeira mudança profunda em 2017, pois sua geração mudou em 2015. Essas mudanças ajudaram na melhoria do sedã, um belo desenho para assim conquistar novos públicos, os mais jovens.

Em suas novidades, o sedã médio da Toyota recebeu alterações no visual e no acabamento interno, melhorias no conjunto mecânico e a adoção de importantes equipamentos, como controles de estabilidade e tração desde a versão de entrada.

Foto: Divulgação

Na linha 2019, o Corolla recebeu poucas novidades, com direito a somente um reposicionamento da versão de entrada e também um novo acabamento interno para o modelo intermediário XEI.

O modelo ficou bem bonito, na dianteira ele ficou bem marcante, com faróis bem finos e led diurno que chega até a lateral do carro, já na grade tem seu desenho cromado que liga aos faróis.

Já no para-choque ele chama bastante atenção, é bem grande dando um ar de esportividade.

Na traseira é bem elegante, as lanternas são em led, tem um friso cromado no centro acima da placa e farol de neblina traseiro.

Já na lateral ele segue linhas retas sem detalhes de friso ou algo do tipo.

Interior

O interior do Corolla é um dos pontos fortes do sedã, tem muita qualidade, excelente acabamento soft touth em todo painel. A versão que testamos XEI tinha o interior bicolor, cinza com preto, isso no painel e nos bancos de couro.

Foto: Divulgação

Nas portas o modelo possui material macio na cor cinza com preto e todos os controles dos vidros e retrovisores, que por sinal é retrátil, porém só aciona por dentro.

As saídas de ar condicionado são bem pequenas, mas funcional. Descendo mais um pouco tem a central multimídia de 7’ polegadas, porém um pouco lenta, já conhecido na Toyota porém bem completa, com TV Digital, CD, DVD, MP3, Bluetooth, entrada usb e navegador já integrado.

Mais abaixo conta com o ar condicionado digital de duas zonas, bem bonita e de fácil manuseio. Ainda no painel o famoso relógio digital.

Motorização

O motor é 1.8 que entrega 139 cv com gasolina e 144 cv com etanol, ambos a 6.000 rpm. Os torques disponíveis são de 17,7 kgfm e 18,6 kgfm, obtidos em 4.800 rpm.

O motor 2.0 entrega 143 cv com gasolina e 154 cv com etanol, ambos a 5.800 rpm.

Os torques disponíveis são de 19,5 kgfm e 20,7 kgfm, obtidos em 4.800 rpm.

Ao volante

Quando você dirigi o Corolla você já sente o conforto do sedã e percebe o porquê da fama de carro de tiozão, realmente é muito gostoso de dirigir, mas confesso que a suspensão melhorou bastante, agora está mais rígida mas sem perder o conforto.

Foto: Divulgação

O motor é bem esperto no dia a dia ele mantem sempre em baixa rotação, trazendo assim o conforto dele, mas pisando no acelerador a resposta é imediata. Ainda tem a opção de trocas manuais, o câmbio é CVT de 7 velocidades.

No quesito segurança o Corolla mantem sua qualidade e acrescenta novos itens como controle de estabilidade.

O consumo segundo Inmetro é de 11,4 km/litro em ciclo urbano e 13,2 km/litro no ambiente das rodovias e estradas. Mas aqui em Vitória durante os 7 dias que o modelo ficou conosco seu consumo urbano foi de 7 km/l.

 

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Testamos o Jaguar E-Pace, o modelo mais barato da marca.

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Com o crescimento dos SUV no mercado brasileiro, cada vez mais as montadoras tem apostado nessa categoria, inclusive os premium. Pensando nessa gama crescente a Jaguar apresentou o F-Pace, novidade da marca pois se tratava do seu primeiro SUV.

Em 2018 a montadora apresentou seu segundo SUV, porém mais compacto. O modelo foi lançado sob a mesma plataforma do Range Rover Evoque porém com mudanças estruturais para melhor desempenho dinâmico, já que o Range Rover é mais focado em fora de estrada.

Apesar de que o Jaguar E-Pace é conhecido como Baby F-Type ou filhote de F-Type, ele é bem independente e traz uma identidade diferenciada, mas não chega a ser uma exclusiva, pois divide com alguns outros modelos.

O modelo tem sua frente bem imponente e um pouco parecido com a do F-Type, com os faróis e capô mais parecido com a do super esportivo da marca. Olhando pela lateral você percebe seu desenho mais cupê, fazendo um caimento na traseira, onde ele segue um pouco mais parecido com F-Pace.

Foto: Gustavo Lopes

A versão que testamos cedido pela Land Vitória, foi a R-Dynamic de 250cv. Nessa versão mais esportiva ela tem diferença das demais versões, onde ganha novo para-choque com desenho mais apimentado dando o ar de esportividade com faróis de neblina mais abaixo e uma espécie de spoiler e o farol com máscara negra e led diurno, além de contar com direcionamento do farol.

Ele conta com rodas de aro 20 escurecido, apliques pretos, nomenclatura R-Dynamic na lateral, grade e capô.

Interior

O Interior é agradável, apesar do painel ser minimalista, mas bem completo com tudo o que precisa.

Os bancos são extremamente confortáveis, apesar do estilo esportivo, conta também com ajustes eletrônicos.

O interior do E‑PACE oferece materiais de alta qualidade. A cabine envolve o motorista como um cockpit, com todos os controles e botões de fácil alcance. O E‑PACE inclui sistema de infoentretenimento Touch Pro com um monitor de 10” em estilo tablet.

Na parte traseira é um pouco difícil de entrar por se tratar de uma estrutura cupê, mas tem bom espaço para os três passageiros que vão no banco traseiro, mas dependendo da altura da pessoa pode incomodar.

Foto: Gustavo Lopes

Ao volante

O E-Pace conta com um motor super esperto, não podemos dizer que se trata de um esportivo, mas tem seu lugar. Tem boas retomadas e excelente torque. Seu câmbio é sempre de 9 marchas independentemente da versão. Pode ser feita as trocas de marchas manual, mas confesso que não é necessário pois o modelo tem ótimas trocas e na hora certa.

E-Pace usa o novo motor 2.0 turbo da família Ingenium, calibrado para duas potências: 250 cv e 300 cv, tração integral.

O que testamos é o 250 cv, seu 0 a 100 é em 7s e sua velocidade máxima é de 230 km/l. Seu consumo ficou nos 6 km/l.

O porta-malas comporta bons 577 litros, mas o tampão do porta-malas é manual, uma pena não ser eletrônico, mas em compensação é bem leve.

O modelo está disponível na concessionária Land Vitória e sendo comercializado a partir de R$ 228.200, já à versão que testamos R-Dynamic 250 cv sai no valor de R$ 256.700.

 

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