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Nissan March, porque vende tanto?

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Com sua estreia no mercado brasileiro em 2011, o Nissan March conquistou muitas garagens por aí, em 2014 o modelo ganhou sua primeira mudança de visual, não foi uma grande mudança, mas teve sua importância. Já na linha 2019 o modelo ainda não recebeu mudanças e continua com o mesmo visual, mas porque com desenho ultrapassado o modelo tem boas vendas? É por isso que testamos o modelo por 7 dias para descobrir o que March tem a oferecer.

Foto: Divulgação

O March

O modelo apesar de ter o design sem inovações é muito bonito, tem linhas harmoniosas que ligam seu desenho. Na dianteira o reth tem grandes faróis, mas simples, apenas máscara negra na versão SL. A grade é pequena de acordo com carro, ainda conta com um friso cromado que faz parte da nova identidade visual da marca. No para-choque tem um aplique preto que liga uma ponta a outra dentro da entrada de ar, ainda conta com farol de neblina e apliques cromados ao redor.

Na lateral não mudou nada, mas na versão SL tem maçanetas cromadas e roda de liga leve aro 16 com raios pretos e prata.

Na terceira ele conta com aerofólios, lanterna em máscara negra e câmera de ré.

Interior

O espaço não é tão pequeno, durante nosso teste em SP estávamos sempre em 5 pessoas e confesso que viajamos confortavelmente, inclusive no quesito altura para cabeça.  Na versão que testamos SL, a top de linha do modelo, ele tem bons acabamentos. No painel de instrumentos ele é bem simples, conta velocímetro no centro, a esquerda o conta-giros e ao lado direito uma pequena tela digital com nível de combustível. Na mesma tela ele mostra a posição do tanque e alterna as informações do computador de bordo.

Foto: Divulgação

O volante é multifuncional, tradicional da Nissan, já no centro do painel ele conta com central multimídia Nissan Multi-App (com tela sensível ao toque de 6,75 polegadas, Android Auto, Apple CarPlay, download de aplicativos, conexão à internet via WiFi, Bluetooth e sistema de navegação), câmera de ré com imagem integrada ao display do rádio, entre outros.

Motorização

O Nissan March 2019 tem dois motores disponíveis no Brasil, sendo 1.0 e 1.6. O propulsor 1.0 tem três cilindros e é bem elástico, entregando 77 cv com gasolina ou etanol a 6.200 rpm. O torque também é único: 77 kgfm a 4.000 rpm nos dois combustíveis.

A outra opção é o motor 1.6 16V Flex. Este entrega 111 cv a 5.600 rpm e 15,1 kgfm a 4.000 rpm, também com os dois combustíveis. A transmissão é manual de cinco marchas.

Dentre todos os itens oferecidos pelo Nissan March 2019, sem dúvida o CVT Xtronic é um dos dois principais, sendo o outro a multimídia MultiApps.

O Nissan March 2019 tem aceleração de 0 a 100 km/h em 15 segundos no 1.0 e 9,3/10,6 segundos no 1.6, respectivamente manual e CVT. As velocidades máximas são de 154/182 km/h, sendo 1.0 e 1.6, este último com as duas opções de caixa de mudanças.

Foto: Divulgação

Impressões

O March me surpreendeu na estrada, confesso que não esperava muito dele. O pequeno reth na cidade é bem confortável, tem boas retomadas em baixa rotação, direção bem leve, excelente para o dia a dia da cidade. Na estrada o modelo também se comportou muito bem, é bem esperto e muito ágil, mas grita muito em alta rotação, chega a incomodar muito até com os vidros fechados e o som ligado. Fiz o trajeto várias vezes de São Paulo a Campinas e realmente era muito incomodo quando puxava mais com o carro, mas depois que pegava embalo ia sem problemas, além disso ele é bem estável, me senti bem confiante ao usar o modelo na estrada, fazendo curvas e até mesmo na chuva.

O principal fato do sucesso de vendas do Nissan March é o fato de ser o carro com câmbio CVT mais barato do mercado, esse tipo de cambio é sinal de conforto e quando se trata de conforto se pensa em veículos com preço mais elevado e esse é o diferencial do March, além de todos atributos citados acima, como potência, estabilidade e desempenho.

Falando de desempenho o March marcou um bom consumo conosco, modelo foi entregue para nossa equipe abastecido com etanol e continuamos abastecendo com etanol e com isso o modelo marcou 9 km/l na cidade e 11 na estrada, um bom consumo para um motor 1.6 sempre usado com ar condicionado ligado e todos ocupantes no carro.

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Avaliação: Testamos o Corolla XEI

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O Corolla que é um dos carros mais vendidos do Brasil e é referência em confiabilidade teve sua primeira mudança profunda em 2017, pois sua geração mudou em 2015. Essas mudanças ajudaram na melhoria do sedã, um belo desenho para assim conquistar novos públicos, os mais jovens.

Em suas novidades, o sedã médio da Toyota recebeu alterações no visual e no acabamento interno, melhorias no conjunto mecânico e a adoção de importantes equipamentos, como controles de estabilidade e tração desde a versão de entrada.

Foto: Divulgação

Na linha 2019, o Corolla recebeu poucas novidades, com direito a somente um reposicionamento da versão de entrada e também um novo acabamento interno para o modelo intermediário XEI.

O modelo ficou bem bonito, na dianteira ele ficou bem marcante, com faróis bem finos e led diurno que chega até a lateral do carro, já na grade tem seu desenho cromado que liga aos faróis.

Já no para-choque ele chama bastante atenção, é bem grande dando um ar de esportividade.

Na traseira é bem elegante, as lanternas são em led, tem um friso cromado no centro acima da placa e farol de neblina traseiro.

Já na lateral ele segue linhas retas sem detalhes de friso ou algo do tipo.

Interior

O interior do Corolla é um dos pontos fortes do sedã, tem muita qualidade, excelente acabamento soft touth em todo painel. A versão que testamos XEI tinha o interior bicolor, cinza com preto, isso no painel e nos bancos de couro.

Foto: Divulgação

Nas portas o modelo possui material macio na cor cinza com preto e todos os controles dos vidros e retrovisores, que por sinal é retrátil, porém só aciona por dentro.

As saídas de ar condicionado são bem pequenas, mas funcional. Descendo mais um pouco tem a central multimídia de 7’ polegadas, porém um pouco lenta, já conhecido na Toyota porém bem completa, com TV Digital, CD, DVD, MP3, Bluetooth, entrada usb e navegador já integrado.

Mais abaixo conta com o ar condicionado digital de duas zonas, bem bonita e de fácil manuseio. Ainda no painel o famoso relógio digital.

Motorização

O motor é 1.8 que entrega 139 cv com gasolina e 144 cv com etanol, ambos a 6.000 rpm. Os torques disponíveis são de 17,7 kgfm e 18,6 kgfm, obtidos em 4.800 rpm.

O motor 2.0 entrega 143 cv com gasolina e 154 cv com etanol, ambos a 5.800 rpm.

Os torques disponíveis são de 19,5 kgfm e 20,7 kgfm, obtidos em 4.800 rpm.

Ao volante

Quando você dirigi o Corolla você já sente o conforto do sedã e percebe o porquê da fama de carro de tiozão, realmente é muito gostoso de dirigir, mas confesso que a suspensão melhorou bastante, agora está mais rígida mas sem perder o conforto.

Foto: Divulgação

O motor é bem esperto no dia a dia ele mantem sempre em baixa rotação, trazendo assim o conforto dele, mas pisando no acelerador a resposta é imediata. Ainda tem a opção de trocas manuais, o câmbio é CVT de 7 velocidades.

No quesito segurança o Corolla mantem sua qualidade e acrescenta novos itens como controle de estabilidade.

O consumo segundo Inmetro é de 11,4 km/litro em ciclo urbano e 13,2 km/litro no ambiente das rodovias e estradas. Mas aqui em Vitória durante os 7 dias que o modelo ficou conosco seu consumo urbano foi de 7 km/l.

 

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Testamos o Jaguar E-Pace, o modelo mais barato da marca.

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Com o crescimento dos SUV no mercado brasileiro, cada vez mais as montadoras tem apostado nessa categoria, inclusive os premium. Pensando nessa gama crescente a Jaguar apresentou o F-Pace, novidade da marca pois se tratava do seu primeiro SUV.

Em 2018 a montadora apresentou seu segundo SUV, porém mais compacto. O modelo foi lançado sob a mesma plataforma do Range Rover Evoque porém com mudanças estruturais para melhor desempenho dinâmico, já que o Range Rover é mais focado em fora de estrada.

Apesar de que o Jaguar E-Pace é conhecido como Baby F-Type ou filhote de F-Type, ele é bem independente e traz uma identidade diferenciada, mas não chega a ser uma exclusiva, pois divide com alguns outros modelos.

O modelo tem sua frente bem imponente e um pouco parecido com a do F-Type, com os faróis e capô mais parecido com a do super esportivo da marca. Olhando pela lateral você percebe seu desenho mais cupê, fazendo um caimento na traseira, onde ele segue um pouco mais parecido com F-Pace.

Foto: Gustavo Lopes

A versão que testamos cedido pela Land Vitória, foi a R-Dynamic de 250cv. Nessa versão mais esportiva ela tem diferença das demais versões, onde ganha novo para-choque com desenho mais apimentado dando o ar de esportividade com faróis de neblina mais abaixo e uma espécie de spoiler e o farol com máscara negra e led diurno, além de contar com direcionamento do farol.

Ele conta com rodas de aro 20 escurecido, apliques pretos, nomenclatura R-Dynamic na lateral, grade e capô.

Interior

O Interior é agradável, apesar do painel ser minimalista, mas bem completo com tudo o que precisa.

Os bancos são extremamente confortáveis, apesar do estilo esportivo, conta também com ajustes eletrônicos.

O interior do E‑PACE oferece materiais de alta qualidade. A cabine envolve o motorista como um cockpit, com todos os controles e botões de fácil alcance. O E‑PACE inclui sistema de infoentretenimento Touch Pro com um monitor de 10” em estilo tablet.

Na parte traseira é um pouco difícil de entrar por se tratar de uma estrutura cupê, mas tem bom espaço para os três passageiros que vão no banco traseiro, mas dependendo da altura da pessoa pode incomodar.

Foto: Gustavo Lopes

Ao volante

O E-Pace conta com um motor super esperto, não podemos dizer que se trata de um esportivo, mas tem seu lugar. Tem boas retomadas e excelente torque. Seu câmbio é sempre de 9 marchas independentemente da versão. Pode ser feita as trocas de marchas manual, mas confesso que não é necessário pois o modelo tem ótimas trocas e na hora certa.

E-Pace usa o novo motor 2.0 turbo da família Ingenium, calibrado para duas potências: 250 cv e 300 cv, tração integral.

O que testamos é o 250 cv, seu 0 a 100 é em 7s e sua velocidade máxima é de 230 km/l. Seu consumo ficou nos 6 km/l.

O porta-malas comporta bons 577 litros, mas o tampão do porta-malas é manual, uma pena não ser eletrônico, mas em compensação é bem leve.

O modelo está disponível na concessionária Land Vitória e sendo comercializado a partir de R$ 228.200, já à versão que testamos R-Dynamic 250 cv sai no valor de R$ 256.700.

 

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Volvo XC60 D5 pronto para domar o mercado de SUV Premium

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A Volvo, conhecida como a marca de automóveis mais segura do mundo, agora tem o seu melhor momento, a mesma fechou o mês de setembro sendo líder de vendas no segmento de veículos Premium vendidos no Brasil. A marca apresentou crescimento de 18,4% no mês de Setembro, sendo isso 1.990 unidades emplacas em 2018.

Pensando nesse crescimento, a Volvo apresentou o novo XC60 diesel para alguns jornalistas da região sudeste e o nós estávamos lá para conferir o modelo mais vendido da marca.

O Volvo XC60 marcou e marca até hoje a história da Volvo no Brasil, o modelo é o SUV esportivo que mais se vê pelas ruas e com isso ele vai se fortalecendo com novas versões, recentemente foi apresentado a versão hibrida e agora é apresentada a versão diesel do modelo e é sobre essa nova versão que vamos falar agora.

Foto: Gustavo Lopes

Volvo XC60 D5

O modelo é equipado com um motor 2.0 biturbo e quatro cilindros. A potência máxima é de 235 hp e 480 N.m de torque máximo, em pouca rotação, ele fica entre 1.750 e 2.250 rpm. O seu 0 a 100km/h é de 7,2 segundos e sua velocidade máxima é 220km/h.

Segurança e tecnologia

Quando se pensa em segurança logo vem à cabeça o nome Volvo, pois a marca sueca é destaque em segurança e tecnologia e se sai muito bem.

– O XC60 D5 é equipado com o City Safety, que inclui assistente de direção e entra em ação quando a frenagem automática sozinha, não seria suficiente para evitar uma colisão.

– Mitigação de Pista Oposta (Oncoming Lane Mitigation), que ajuda os motoristas a evitar colisões com veículos que se aproximem vindos da pista contrária. Esse recurso funciona ao avisar o motorista distraído que invade a faixa oposta, oferecendo suporte automático à direção e conduzindo o veículo de volta à sua própria pista, fora do caminho de qualquer outro automóvel que esteja vindo. O sistema é ativado entre 60 e 140 km/h;

– Sistema de Informação de Ponto Cego (Blind Spot Information System), que avisa ao motorista sobre a presença de veículos no seu ponto cego. O recurso inclui a função de assistência ao volante, que ajuda a evitar choques em potencial com veículos escondidos num ponto cego ao conduzir o carro de volta à sua própria pista e fora do perigo.

Ao volante

Fizemos um trajeto de 91 km saindo de Ribeirão Preto – SP com destino à Brodowisk – SP e durante esse trajeto pude observar cada detalhe e modos de condução do XC60 D5.

O modelo é rico em detalhes e acabamento, o que chama muita atenção é o seu painel, sua central multimídia é seu principal diferencial, ao invés de se posicionar na horizontal como de costume, ele fica na vertical, dando assim mais visibilidade no caso de mapeamento.

Ainda no painel tem muito couro, bem revestido em toda área, o painel de instrumentos tem boa visibilidade e digital, diferente de alguns de seus concorrentes.

Mais abaixo no console central fica seu cambio de 9 velocidades, freio de estacionamento eletrônico e sua diferente ignição que basta girar para direita para ligar e desligar.

Seus bancos são revestidos em couro, tem ajustes de altura e lombar. Sua central multimídia conta com sistema sensus connect com compatibilidade com Android Auto e Apple Car Play e sistema de antirreflexo.

Impressões ao dirigir

A melhor sensação de estabilidade e controle com o XC60 D5, durante o percurso foi com muita chuva e assim dando uma real percepção da segurança e estabilidade do SUV.

Totalmente estável nas curvas, ainda tive a possibilidade de testar os modos de condução que são fáceis de perceber as mudanças.

Falando de mudanças, as trocas de marchas são bem feitas e super suaves.

O lançamento foi da versão diesel e por se tratar de um motor diesel já se pensa em alto ruído do motor, mas não, ele é bem silencioso diferente de outros veículos a esse tipo de combustível.

Foto:Gustavo Lopes

O motor é bem esperto, é um biturbo de 2 litros com um sistema chamado de Drive-E que nada mais é que uma solução tecnológica pioneira da Volvo Cars para eliminar atraso na resposta do motor ao pisar no acelerador, conhecido como turbo lag. O que o PowerPulse faz é entregar um forte desempenho no arranque do modelo por meio de um sistema de ar comprimido. E isso muito bem posicionado nas retomadas e assim entregando um melhor desempenho ao modelo.

O XC60 D5 Momentum é vendido por R$ 275.950 e a versão D5 Inscription por R$ 289.950

 

 

 

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